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Vídeos e textos das intervenções no II Congresso Internacional Marx em Maio 2014

Alessio Arena – Où vont les italiens? from Grupo de Estudos Marxistas on Vimeo.

Où vont les italiens? (TEXTO)

Alessio Arena (Itália) – (n. 1984) militante comunista. Colaborador de Liberazione, jornal do Partido da Refundação Comunista, autor de vários artigos em publicações do movimento operário (tais como l’Ernesto, la Commune, Inchiostro Rosso). Publicou em Setembro de 2012 o seu primeiro livro “Où vont les Italiens?” (Éditions Delga), uma análise do estado actual da luta de classes em Itália e da sua relação com os acontecimentos da história recente.  O texto também foi publicado em Itália no ano de 2013 com o título “Dove vanno gli italiani?”

Ana Pato – O que há de idealismo na interpretação ortodoxa da Mecânica Quântica? A necessária consideração do materialismo dialéctico na ciência from Grupo de Estudos Marxistas on Vimeo.

O que há de idealismo na interpretação ortodoxa da Mecânica Quântica? A necessária consideração do materialismo dialéctico na ciência (TEXTO)

Ana Pato – 30 anos, é licenciada em Física pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL)Mestre em História e Filosofia das Ciências pela Secção Autónoma de História e Filosofia das Ciências da FCUL com a dissertação intitulada “Materialismo e idealismo na física no final do século XIX e início do século XX a partir de Materialismo e Empiriocriticismo de Lénine. O caso exemplar da interpretação bohriana da Mecânica Quântica”. Membro do Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa. Funcionária do PCP e actualmente membro do seu Comité Central.

Annie Lacroix-Riz – Crise impérialiste et guerre sociale: le cas français des années 1930 (1930-1944) from Marx em Maio on Vimeo.

Crise impérialiste et guerre sociale: le cas français des années 1930 (1930-1944)

Annie Lacroix-Riz (França) – é professora emérita de História Contemporânea na Universidade de Paris VII-Denis Diderot. Doutorada em História pela Universidade de Paris I (Panthéon-Sorbonne) com a tese  «CGT et revendications ouvrières face à l’État, de la Libération aux débuts du Plan Marshall (septembre 1944-décembre 1947). Deux stratégies de la Reconstruction», 4 vol. Autora de numerosos artigos e  livros entre os quais : «La CGT de la Libération à la scission (1944-1947)» Paris, Éditions Sociales, 1983 ; «Le choix de Marianne: les relations franco-américaines de 1944 à 1948» Paris, Editions Sociales, 1986 ; «Industriels et banquiers français sous l’Occupation: la collaboration économique avec le Reich et Vichy» Paris, Armand Colin, 1999; «L’histoire contemporaine sous influence» Pantin, Le temps des cerises, 2004; «Le Choix de la défaite: les élites françaises dans les années 1930» Paris, Armand Colin, 2006; «Industriels et banquiers français sous l’Occupation», Paris, Armand Colin, 2013.

António Santos – EUA: movimentos sociais e luta de classes depois do Occupy Wall St. from Grupo de Estudos Marxistas on Vimeo.

EUA: movimentos sociais e luta de classes depois do Occupy Wall St. (TEXTO)

António Santos – é Mestre em Relações Internacionais pela Universidade Nova de Lisboa. Viveu durante vários anos nos EUA e colabora regularmente com publicações deste país e da sua terra.

 

A actual fase da crise, a lei da baixa tendencial da taxa de lucro e os seis factores que a podem contrariar; o conceito de sobreprodução absoluta de capital (TEXTO)

António Vilarigues – foi funcionário do PCP de 1971 a 1991. Actividade de gestão, assessoria, formação profissional, certificação, tecnologias de informação e comunicação, publicista, formação de pessoal, organização de reuniões e de sistemas.

Armen Mamigonian – A china e o PCC: ontem e hoje from Grupo de Estudos Marxistas on Vimeo.

A China e o PCC: ontem e hoje (TEXTO)

Armen Mamigonian (Brasil) – é professor de Geografia na UFSC (Florianópolis-SC), na UNESP (Presidente Prudente-SP) e na USP (São Paulo-SP).

Arménio Carlos – O confronto entre o capital e o trabalho e os direitos humanos from Grupo de Estudos Marxistas on Vimeo.

O confronto entre o trabalho e o capital e os direitos humanos (TEXTO)

Arménio Carlos – 58 anos, é electricista. Dirigente do STRUP – Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal; FECTRANS – Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações; USL – União dos Sindicatos de Lisboa/CGTP-IN; CGTP-IN. É Secretário-Geral da CGTP-IN desde 2012.

Aymeric Monville – La French Theory et ses critiques. L’exemple de Michel Clouscard from Grupo de Estudos Marxistas on Vimeo.

La French Theory et ses critiques. L’exemple de Michel Clouscard

Aymeric Monville (França) – (n. 1977), dirige as Éditions Delga, editora marxista. É redactor-chefe adjunto da revista La Pensée.

Carlos Bastien – Recepção do pensamento económico marxista em Portugal: o caso da REVISTA DE ECONOMIA from Marx em Maio on Vimeo.

A recepção do pensamento económico marxista em Portugal: o caso da REVISTA DE ECONOMIA (TEXTO)

Carlos Bastien – é professor do ISEG – Universidade de LisboaInvestigador de história económica e de história do pensamento económico. Publicou vários trabalhos no âmbito da história do pensamento económico marxista em Portugal.

Carlos Gomes – A criação da banca nacionalizada e a sua posterior destruição from Marx em Maio 2014 on Vimeo.

A criação da banca nacionalizada e a sua posterior destruição (TEXTO)

Carlos Gomes – nasceu na cidade do Porto, Portugal, em 1925. Licenciado em Finanças pelo ISCEF – Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, da Universidade Técnica de Lisboa, exerceu sempre a sua actividade profissional em instituições financeiras. Frequentou numerosos cursos e seminários, em países europeus, nas áreas de operações bancárias, organização e gestão de empresas. No exercício da sua profissão assumiu a responsabilidade pela montagem e instalação dos serviços de um banco português em Angola, Moçambique e França e ainda pela renovação e modernização da sua sede social, no Porto. Por incumbência do Banco de Portugal coordenou, em 1975, a actividade de todos os bancos nacionalizados portugueses no Norte e Centro do País. Como residente na cidade de Almada, desempenhou as funções de deputado na Assembleia Municipal durante oito anos, participando da Comissão de Administração e Finanças e assumindo a sua presidência nos últimos quatro anos.  Em Novembro de 2002 foi editado o seu livro ECONOMIA DO SISTEMA COMUNITÁRIO, com o subtítulo “Enquanto a mercadoria e a moeda não existem”, resultante de uma prolongada e meticulosa investigação durante vários anos. Em Fevereiro de 2009, procedeu ao lançamento de um novo livro, editado pelo autor, com o título de ANTECEDENTES DO CAPITALISMO, que aborda as mudanças ocorridas após o sistema comunitário que conduziram à formação de novas estruturas económicas e, finalmente, à emergência do Sistema Capitalista. Em Novembro de 2011 foi editado pela UNICEPE o livro A NACIONALIZAÇÃO DA BANCA EM PORTUGAL, Nove meses a construir, nove anos a destruir, que descreve a experiência do autor como “Coordenador da Banca Nacionalizada no Norte e Centro do País” em 1975, durante os últimos nove meses.

 

A ALBA (Aliança Bolivariana dos Povos da Nossa América) e a luta pluriescalar para construir uma nova alternativa internacional (TEXTO)

David Raby (Reino Unido) – é investigador no Research Institute of Latin American Studies da Universidade de Liverpool e também professor emérito de História na Universidade de Toronto. Autor de numerosos artigos sobre a América Latina, milita activamente em movimentos de solidariedade tais como a Cuba Solidarity Campaign e o Centro de Informação sobre a  Venezuela (Reino Unido). Publicou, em 2006, Democracy and Revolution: Latin America and Socialism Today. Em Portugal, publicou também o conhecido estudo  A resistência antifascista em Portugal: comunistas, democratas e militares em oposição a Salazar, 1941-1974, Lisboa: Salamandra, 1990.

Demétrio Alves – Solo, propriedade e dinâmicas urbanístico-financeiras from Grupo de Estudos Marxistas on Vimeo.

Solo, propriedade e dinâmicas urbanístico-financeiras (TEXTO)

Demétrio Alves – é licenciado em Engenharia Química pelo IST, em 1978, e titular de uma Pós-graduação (parte curricular do Mestrado) em Política, Economia e Planeamento da Energia, no ISEG, com dezassete valores (1989), de uma Pós-graduação em Gestão do Território, FCSH/ UN LISBOA, junho 2006, dezassete valores, e do Grau de Mestre em Gestão do Território, obtido na FCSH/UNL, dezembro 2008, 17 valores, bem como de uma Pós-Graduação em Questões Jurídicas do Ordenamento do Território Urbanismo, Universidade de Lisboa, Faculdade de Direito, 2011, 16 valores, do Grau de Estudos avançados FCSH/UNL, 17 valores. Doutorando na FCSH/UNL, é investigador do Centro de Investigação e-Geo, UNL/FCSH, Vogal da Comissão Diretiva do Programa Operacional de Lisboa /QREN desde outubro 2007 em representação da ANMP; Conselheiro da ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços de Energia em representação dos consumidores genéricos e Professor convidado na FCSH/UNL, Curso de Geografia e Planeamento do Território. Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique (1999).

Domenico Losurdo – Western and eastern Marxism: un unlucky split from Grupo de Estudos Marxistas on Vimeo.

Western and eastern Marxism: an unlucky split (TEXTO)

Domenico Losurdo (Itália) – é um filósofo italiano, professor de História da Filosofia na Universidade de Urbino, presidente da Internationale Gesellschaft Hegel-Marx für dialektisches Denken. Autor de diversas obras, entre as quais:  La Comunità, la Morte, l’Occidente: Heidegger e l’Ideologia della Gerra. Torino, 1991, Hegel e la Libertà dei Moderni. Roma, 1992, Il Revisionismo Storico. Problemi e Miti. 1996, Antonio Gramsci dal Liberalismo al “Comunismo Critico”. 1997, Hegel, Marx e a Tradição Liberal. Liberdade, Igualdade, Estado. Editora Unesp, 1998, L’Ipocondria dell’Impolitico. La Critica di Hegel Ieri e Oggi. 2001, Nietzsche, il Rebelle Aristocratico. Torino, 2002, Fuga da História? A Revolução Russa e a Revolução Chinesa Hoje, Cooperativa Cultural Alentejana, 2004 (trad. portuguesa 2009), Controstoria del Liberalismo, 2005, Stalin – História crítica de uma lenda negra. Editora REVAN 2010.

Eduardo Diniz Almeida – Aprendendo com a revolução from Marx em Maio 2014 on Vimeo.

Aprendendo com  a revolução (TEXTO)

Eduardo Diniz Almeida – é licenciado em Ciências Militares pela Academia Militar, em Psicologia Clínica e em Medicina Dentária. Psicólogo Clínico desde 1992. Autor de duas importantes obras político-militares (1.500 pág./3 Vol.): “Origens e Evolução do Movimento dos Capitães” e “Ascensão, Apogeu e Queda do MFA”. Candidato ao Parlamento Europeu, pela CDU, em 1999 e vereador pela CDU, na Câmara Municipal de Cascais, de 2001 até 2005. Foi proposto para a Ordem da Liberdade, pela Associação 25 de Abril, em 1999.

Eugénio Rosa – Os grupos económicos e o domínio do estado em Portugal no contexto da globalização capitalista from Marx em Maio on Vimeo.

Os grupos económicos e o domínio do estado em Portugal no contexto da globalização capitalista (TEXTO)

Eugénio Rosa – licenciado em economia e doutorado pelo ISEG com a tese “Grupos Económicos e o desenvolvimento em Portugal no contexto da globalização”, publicada em livro com prefácio de João Ferreira do Amaral. Exerce atualmente  a atividade de consultoria no gabinete de estudos da CGTP e no gabinete técnico da Federação dos Sindicatos da Função Pública.

Fernando de Oliveira Baptista – A Reforma Agrária e a questão da terra hoje from Grupo de Estudos Marxistas on Vimeo.

A Reforma Agrária e a questão da terra hoje (TEXTO)

Fernando de Oliveira Baptista – é professor do Instituto Superior de Agronomia; tem como principais áreas de trabalho e de investigação a questão da terra, as dinâmicas sócio-económicas do espaço rural e o desenvolvimento rural, e ainda os critérios de gestão  da propriedade florestal.

Francisco Braz – O horário de trabalho e o exercício dos direitos dos trabalhadores from Marx em Maio on Vimeo.

O horário de trabalho e o exercício dos direitos dos trabalhadores (TEXTO)

Francisco Braz – é sindicalista, presidente do STAL (Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local).

Inês Brasão – A semente do mal: representações da trabalhadora doméstica no salazarismo from Grupo de Estudos Marxistas on Vimeo.

‘A Semente do Mal’: representações da trabalhadora doméstica no Salazarismo (TEXTO)

Inês Brasão – é doutorada em Sociologia pela Universidade Nova de Lisboa e docente de Sociologia no Instituto Politécnico de Leiria desde 1999. É autora de Dons e Disciplinas do Corpo Feminino: Os discursos sobre o corpo no período do Estado Novo, obra premiada pela Comissão para a Condição Feminina em 1998. É também co-autora de Leitores de Bibliotecas Públicas e de Comunidades de Leitura, Cinco estudos de sociologia da cultura. Mais recentemente, dirigiu a sua atenção para o estudo dos subalternos, com particular destaque para uma reconstituição da história das trabalhadoras domésticas em Portugal, no salazarismo, tendo a obra sido publicada com o título O Tempo das Criadas.

João Carlos Graça – Em torno das especificidades do marxismo de Domenico Losurdo from Marx em Maio on Vimeo.

Em torno das especificidades do marxismo de Domenico Losurdo (TEXTO)

João Carlos Graça – é professor do ISEG, Universidade de Lisboa, e investigador do Socius, centro de investigação em sociologia económica e das organizações.

João Tomé – Recepção estética do materialismo dialéctico no século XX: do realismo ao expressionismo from Grupo de Estudos Marxistas on Vimeo.

Recepção estética do materialismo dialéctico no século XX: do realismo ao expressionismo (TEXTO)

João Tomé – é licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa com uma tese dedicada à estética de Lukács e às teorias da arte de raiz marxista. Actualmente mestrando do mesmo curso e com artigos publicados na revista Vértice sobre a sistematização dos princípios estéticos do materialismo dialéctico. Membro do Grupo de Estudos Marxistas e do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa.

João Vilela – A noção de estado de excepção no direito burguês: o caso da troika em Portugal from Marx em Maio 2014 on Vimeo.

A noção de estado de excepção no direito burguês: o caso da troika em Portugal (TEXTO)

João Vilela – nasceu no Porto em 1987, e nessa cidade se licenciou em História em 2008 e obteve o grau de mestre em História e Educação, com a tese «Os Estudantes do Porto e a Resistência ao Estado Novo (1968/74)» em 2010. Activista em movimentos inorgânicos desde 2011, co-organizou as manifestações da Geração à Rasca, d’Os Indignados, e do Que Se Lixe a Troika no Porto, tendo desenvolvido e participado em inúmeras acções de luta contra a austeridade e o trabalho precário. 

José Barata-Moura – A Tópica do Utópico. Marx, Engels e a crítica do utopismo from Marx em Maio on Vimeo.

A Tópica do Utópico. Marx, Engels e a crítica do utopismo (TEXTO)

José Barata-Moura – é professor catedrático do Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Vice-Presidente da Internationale Gesellschaft Hegel-Marx für dialektisches Denken. Reitor da Universidade de Lisboa (1998-2006). Autor de diversas obras, entre as quais: Kant e o Conceito de Filosofia (1972); Totalidade e Contradição (1977); Ontologias da “Práxis” e Idealismo (1986); Materialismo e Subjectividade (1997); O Outro Kant (2007).Estudos Sobre a Ontologia de Hegel. Ser, Verdade, Contradição (2010). Sobre Lénine e a Filosofia. A Reivindicação de Uma Ontologia Materialista Dialéctica Com Projecto (2010). Totalidade e Contradição. Acerca da Dialéctica (2ª edição revista e aumentada) (2012); Filosofia em O Capital. Uma Aproximação (2013).

José Paulo Netto – Os três encontros decisivos de Marx em Paris (1844) from Marx em Maio 2014 on Vimeo.

Os três encontros decisivos de Marx em Paris (1844) (TEXTO)

José Paulo Netto (Brasil) – (Minas Gerais/1947) é  Professor Emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tradutor e ensaísta. Membro do Conselho Editorial de várias revistas da área das Ciências Sociais.

Luís Carapinha – A china e a transição socialista – um breve bosquejo from Grupo de Estudos Marxistas on Vimeo.

A China e a transição socialista – um breve bosquejo (TEXTO)

Luís Carapinha – é licenciado em Ciências da Comunicação. Desenvolve investigação sobre a Nova Política Económica (NEP) na URSS e a temática da transição socialista no âmbito de doutoramento em História Moderna e Contemporânea que realiza no ISCTE.

Manuel Deniz Silva – Compor para a Revolução: criação musical e pensamento marxista nos primeiros anos da União Soviética from Marx em Maio 2014 on Vimeo.

Compor para a Revolução: criação musical e pensamento marxista nos primeiros anos da União Soviética (1917-1932) (TEXTO)

Manuel Deniz Silva – é investigador auxiliar do Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos de Música e Dança (INET- MD), da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Licenciado em Ciências Musicais pela FCSH-UNL, doutorou-se em 2005 na Universidade de Paris 8 (St. Denis), com uma tese intitulada “‘La musique a besoin d’une dictature’: musique et politique dans les premières années de l’État Nouveau Portugais (1926-1945)”. Actualmente conduz uma investigação sobre a música no cinema em Portugal, da introdução do sonoro ao fim da ditadura (1931-1974), tendo coordenado o projecto de investigação “À escuta das imagens em movimento: novas metodologias interdisciplinares para o estudo do som e da música no cinema e nos media em Portugal”, financiado pela FCT. É editor da revista Kinetophone e co-editor da Revista Portuguesa de Musicologia.

Manuel Dias Duarte – Proudhon e Marx, teoria e práxis from Marx em Maio on Vimeo.

Proudhon e Marx, teoria e práxis (TEXTO)

Manuel Dias Duarte – é um filósofo, escritor e ensaísta, ex-professor do Secundário, do Instituto Superior de Serviço Social, da Escola Superior de Educação de Almada, da Universidade Lusófona  de Humanidades e Tecnologias. Membro do GEM.

Manuel Loff – Classe e memória(s) de classe nos discursos sobre a resistência antifascista portuguesa from Marx em Maio on Vimeo.

Classe e memória(s) de classe nos discursos sobre a resistência antifascista portuguesa (TEXTO)

Manuel Loff – lecciona História Contemporânea desde 1997 na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde é Professor Associado e membro do Departamento de História e Estudos Políticos e Internacionais. É investigador do Instituto de História Contemporânea da FCSH da Universidade Nova de Lisboa. É autor, entre outros, de «O nosso século é fascista!» O mundo visto por Salazar e Franco (1936-1945) (Porto: Campo das Letras, 2008), e coordenou com Teresa Siza, Resistência. Da alternativa republicana à luta contra a ditadura (1891-1974) (s.l.: Comissão Nacional para a Comemoração do Centenário da República, 2010), catálogo da exposição com o mesmo nome que, sempre com Teresa Siza, comissariou no Centro Português de Fotografia (Porto). É presentemente Investigador Responsável pelo projeto «Estado e memória: políticas públicas da memória da ditadura portuguesa (1974-2009)», financiado e aprovado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, coordenando uma equipa de 17 investigadores.

Maria Helena Serôdio – Razões políticas na leitura da história – À volta da tradução de Rei Lear, de Shakespeare, por Álvaro Cunhal from Marx em Maio on Vimeo.

Razões políticas na leitura da história – À volta da tradução de Rei Lear, de Shakespeare, por Álvaro Cunhal (TEXTO)

Maria Helena Serôdio – é Professora Catedrática da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde dirige a pós-graduação em Estudos de Teatro, é investigadora do Centro de Estudos de Teatro (CET) e docente no Departamento de Estudos Anglísticos (DEA). É Presidente da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro (APCT) e Secretária Geral Honorária da Associação Internacional de Críticos de Teatro (AICT-IATC). Participou na fundação e no Conselho Editorial das revistas internacionais:  Critical Stages (da AICT-IATC) – www.criticalstages.org – e Prospero European Review: Theatre and Research – http://www.t-n-b.fr/en/prospero/european-review/ (do Réseau Européen de Théâtre Prospero- Communauté Europénne, como uma das representantes do Centro Cultural de Belém). Dirige, desde 2004, a revista semestral Sinais de Cena (da APCT-CET), tem publicado inúmeros artigos em revistas nacionais e internacionais e é autora de vários livros sobre teatro, entre outros, William Shakespeare: A sedução dos sentidos. Lisboa: Cosmos, 1996; Questionar apaixonadamente: O teatro na vida de Luís Miguel Cintra. Lisboa: Cotovia, 2001; A República do Teatro (vol. II da colecção A República das artes, Coord. Rui Vieira Nery. Lisboa: Tugaland, 2010, pp. 9-27; Joaquim Benite desafiou Próspero … e inscreveu o mundo no seu teatro. Almada: Companhia de Teatro de Almada, 2013; Financiar o teatro em Portugal: A actuação da Fundação Calouste Gulbenkian (1959-1999). (ebook). Lisboa: BonD / Bicho do Mato, 2013.

Nuno Teles – Euro: insustentabilidade da União Monetária para a periferia europeia from Marx em Maio on Vimeo.

Euro: insustentabilidade da União monetária para a periferia europeia (TEXTO)

Nuno Teles – é investigador júnior  no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e doutorado em Economia pela School of Oriental and African Studies (SOAS), da Universidade de Londres. Os seus interesses em investigação centram-se na área da financeirização das economias e do desenvolvimento. Membro do grupo Research on Money and Finance, é um dos autores do livro Eurozone in Crisis (Verso, 2011).

Octávio Teixeira – Euro: um erro trágico que urge corrigir from Marx em Maio on Vimeo.

Euro: um erro trágico que urge corrigir (TEXTO)

Octávio Augusto Teixeira – economista, 69 anos de idade. Licenciado pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (ISCEF), tendo terminado o Curso Superior de Finanças em 1968, foi técnico da Lisnave e do Banco de Fomento Nacional e técnico consultor do Banco de Portugal. Integrou as direcções da Associação de Estudantes do ISCEF (em 1964/65), do Sindicato dos Comercialistas (Economistas) antes do “25 de Abril de 1974” e da Associação dos Economistas Portugueses. No âmbito politico, participou na campanha eleitoral de 1973, apoiando a CDE; membro do PCP desde Maio de 1974, tendo integrado o seu comité central e comissão política; deputado entre 1979 e 2001 e presidente do grupo parlamentar do PCP durante 11 anos.

Periklis Pavlidis – Commodity – money relations in the socialist transformation of labour from Marx em Maio 2014 on Vimeo.

Commodity – money relations in the socialist transformation of labour (TEXTO)

Periklis Pavlidis (Grécia) – é professor assistente de Filosofia da Educação na Universidade Aristóteles, em Tessalónica. Mestre em História pela Universidade Estatal Lomonosov de Moscovo e doutorado em Filosofia pela mesma Universidade, com uma tese sobre O Ideal ético-social de Karl Marx (até 1848). É membro da International «Logic of History» School, centro de estudos marxistas em torno da obra do filósofo soviético V. Vaziulin. Publicou, entre outros, “The Rise of General Intellect and the Meaning of Education” (2012), “Critical Thinking as Dialectics. A Hegelian-Marxist Approach” (2010), “Социалистическая перспектива в концепции Логики Истории” (2004), “Бюрократизм и социалистические перевороты XX века” (2002).

Regina Marques – Para uma crítica marxista às relações de género no Portugal de hoje from Marx em Maio on Vimeo.

Para uma crítica marxista às relações de género no Portugal de hoje (TEXTO)

Regina Marques – é Licenciada em Ciências Psicológicas pela Universidade Livre de Bruxelas; Mestre em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa e Doutora em Ciências da Comunicação pela FCSH da Universidade Nova de Lisboa. Tese de doutoramento “ Mediatização retórica do aborto – A sublimidade de Antígona”. Autora de “A volta ao mundo da cidade” editado pela Câmara Municipal de Setúbal, 1988, Escola Não Sexista. Utopia ou realidade? Co-autora, Projecto TENET, 1990, Carreira das Professoras, Um curso para as mulheres estudantes, Agaath Moerman e Regina Marques, Ministério da Educação Nacional da Holanda, 1995, Maria Lamas, Uma mulher do nosso tempo, Co-autora, Câmara Municipal de Lisboa, 2005, O aborto, Col. Mulheres do Sec.XVIII, Ed. Ela por Ela, Lisboa, 2006, A memória, a obra e o pensamento de Maria Lamas (coordenação) – Textos vários,  Colibri e MDM, 2008 e Maria Lamas, precursora de novos paradigmas para a luta das mulheres do nosso tempo – in A memória, a obra e o pensamento de Maria Lamas, Colibri e MDM, 2008, (pp.93-99). Faz parte da Direcção Nacional (DN) e Conselho Nacional (CN) do Movimento Democrático de Mulheres (MDM) desde 1984. Membro da Direcção da Federação Democrática Internacional de mulheres (FDIM). É membro do Conselho Consultivo da CIG (Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género) e do Conselho Económico e Social (CES) em representação do MDM.

Roger Keeran e Thomas Kenny – Ten Years after Socialism Betrayed: Questions and Controversies related to the «collapse» of the Soviet Union from Marx em Maio 2014 on Vimeo.

Ten Years after SOCIALISM BETRAYED:  Questions and Controversies related to the “Collapse” of the Soviet Union (TEXTO)

Roger Keeran (EUA) – nasceu em Lapeer, Michigan, em 1944. Licenciado em Filosofia pela Wayne State University (Detroit), Mestre de História Americana e Doutorado em História pela Universidade de Wisconsin (Madison). Enquanto estudava, trabalhou na fábrica de automóveis da General Motors e foi co-presidente do Detroit Committee to End the War in Vietnam. Ensinou nas Universidades de Cornell, Princeton e Rutgers e foi professor e responsável pelo programa de pós-graduação em estudos sobre as políticas laborais do Empire State College (Universidade Estadual de Nova York). É autor de The Communist Party and the Auto Workers Union  (Indiana University Press, 1980),  e co-autor, com Thomas Kenny, de Socialism Betrayed:  Behind the Collapse of the Soviet Union, International Publishers, 1984 (em Portugal: O Socialismo Traído. Por trás do colapso da União Soviética, Edições Avante!, 2008). Escreveu também diversos artigos sobre a História dos Comunistas nos Estados Unidos. Desde 2013, é Professor Emérito no Empire State College; Thomas Kenny (EUA) – é economista e trabalha desde 1981 no movimento sindical de Nova York. Mestre  em economia pela Fordham University, visitou em 1972, enquanto estudante, a URSS para estudar a sua economia planificada. Depois de uma curta passagem pelo sector empresarial, dedicou a sua carreira à investigação económica e política para os sindicatos e ao jornalismo militante: escreve para publicações de esquerda e contribui para o site Marxism-Leninism Today. Vive em Nova York.

Marxismo e questão nacional – notas sobre os processos anti-imperialistas na América Latina (TEXTO)

Ronaldo Fonseca – é licenciado em Ciências Sociais pela Universidade de Praga, possui o mestrado em Sociologia pela Universidade de Paris-Nanterre e o doutoramento em Sociologia pela Universidade de Paris-Vincennes. Em Portugal foi docente no departamento de História e Ciências Sociais da Universidade do Minho, onde teve a oportunidade de leccionar pela primeira vez no nosso país a obra do grande antropólogo brasileiro Darcy Ribeiro, “O processo civilizatório”. Nos países onde viveu, integrou-se sempre como militante activo do movimento estudantil, sindical e popular, desde meados dos anos sessenta, acumulando uma significativa experiência. No Portugal de Abril, país que escolheu para viver, participou intensamente nas bases do grande movimento popular que se desenvolveu durante os anos de 1974 e 1975. No Minho, a partir de fins de 1975, continuou a sua actividade política e foi, juntamente com Santos Simões, Eduardo Ribeiro, Ribeiro Pacheco e outros democratas de esquerda, co-fundador e um dos redactores do periódico “Nortada”, órgão de resistência ao terrorismo da direita que grassava nessa região, na tentativa de inverter o processo democrático de Abril. Publicou na editora Livros Horizonte, “A questão do estado na revolução portuguesa”, na editora centelha, “O idealismo acadêmico” e na editora Campo das Letras,”Marxismo e globalização”, além de inúmeros artigos em publicações nacionais e estrangeiras. Foi um dos fundadores da edição portuguesa do jornal “Le monde diplomatique”. É colaborador do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra do Brasil.

Sérgio Dias Branco – A Arte como Trabalho ou O Trabalho como Arte from Grupo de Estudos Marxistas on Vimeo.

A Arte como Trabalho ou O Trabalho como Arte (TEXTO)

Sérgio Dias Branco – é Professor Auxiliar Convidado da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde coordena os Estudos Fílmicos e da Imagem no curso de Estudos Artísticos. Cursou Estudos Fílmicos na Universidade de Kent, onde se doutorou. Integra o Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra e o grupo de análise fílmica da Universidade de Oxford, “The Magnifying Class”. É co-editor das revistas Cinema: Revista de Filosofia e da Imagem em Movimento e Conversations: The Journal of Cavellian Studies. Tem apresentado trabalhos nas Universidades Yale e de Glasgow, entre outras, e publicado ensaios em revistas como a Fata Morgana e em livros colectivos sobre a estética das obras da imagem em movimento. É activista do Manifesto em Defesa da Cultura.

Em torno do Estado capitalista contemporâneo: debates teóricos e novos desafios (TEXTO)

Virgínia Fontes (Brasil) – é uma historiadora e filósofa brasileira, doutorada em filosofia pela Universidade de Paris X, Nanterre, e autora de “O Brasil e o capital-imperialismo – teoria e história” (Editora da UFRJ, 2010) e de “Reflexões Im-pertinentes – história e capitalismo contemporâneo” (Bom texto, 2005).

Ante-estreia de Marx na Baixa no Congresso Marx em Maio

Entrevistas

Programa disponível aqui:

(clicar para aceder)

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II Congresso Internacional Marx em Maio 

8, 9 e 10 de Maio de 2014

Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Há 170 anos, Marx escrevia os famosos Manuscritos Económico-Filosóficos de 1844. No quadro de um materialismo novo em elaboração, era o arranque de uma longa investigação da estrutura económica da sociedade que viria a resultar, em 1867, na publicação do Livro Primeiro da sua obra magna, O Capital. Há 100 anos, começava a I Guerra Mundial, guerra conduzida em nome do lucro e de uma nova partilha do mundo pelas potências imperialistas. No dia 18 de Janeiro de 1934, há 80 anos, os operários da Marinha Grande, opondo-se à fascização dos sindicatos, tornaram-se senhores do poder, ainda que apenas por algumas horas. A 25 de Abril de 1974, faz agora 40 anos, tombava em Portugal a ditadura fascista e os trabalhadores davam início a um processo revolucionário apontado ao socialismo.

Depois do assinalável sucesso do I Congresso, em 2012, é este conjunto de efemérides, assim como a violenta crise cíclica de acumulação do capitalismo e a consequente intensificação das lutas dos trabalhadores, que, em 2014, formam o contexto do II Congresso Internacional Marx em Maio. Assinalamos estas datas e os acontecimentos por elas evocados não com a intenção de nos encerrarmos no passado, à procura de uma fórmula mágica para os combates de hoje e do futuro, mas com o triplo objectivo da compreensão do mundo actual, da comemoração e do alerta.

A obra de Marx e o marxismo continuam a ser, do nosso ponto de vista, os mais penetrantes instrumentos de análise do real. O caminho percorrido por Marx até ao desvendamento da lei da mais-valia, âmago do capitalismo, ofereceu às ciências particulares novas perspectivas de fundo e novos campos de pesquisa. A própria filosofia ganhou novas pernas e outros trilhos para andar.

Por tudo isto, no II Congresso Internacional Marx em Maio voltaremos a contar com a participação de filósofos, de historiadores, de economistas, de sociólogos, de físicos, de geógrafos, de sindicalistas, de militantes e activistas sociais e políticos. Estes quadrantes de investigação e intervenção não se justapõem extrinsecamente, a sua razão de ser reside na própria envergadura e amplitude do trabalho de Karl Marx, na unidade multifacetada do marxismo.

Face aos ataques à racionalidade, à ciência e à cultura que acompanham, como complemento, as políticas de regressão social acelerada dos últimos anos, continuaremos a procurar cultivar um pensar ancorado numa racionalidade crítica e dialéctica.